terça-feira, 27 de setembro de 2011

Agora vai? Google+ está disponível para qualquer usuário


Agora vai? Google+ está disponível para qualquer usuário

É o fim dos convites! Agora basta ter uma conta da empresa para ter acesso à rede social.

Se você ainda não tinha acesso ao Google+, a rede social da gigante de Mountain View, agora não tem mais desculpa: a empresa abriu definitivamente o serviço, bastando apenas fazer o login com sua conta do Gmail. Isso elimina a necessidade dos convites para ingressar no projeto – mas será que alguém ainda está animado com ele?
Segundo o vice-presidente do setor de engenharia da empresa, Vic Gundotra, chegou a hora do serviço sair da fase de testes (que durou cerca de três meses) e passar para um estágio Beta, que ainda estaria longe de ser o produto definitivo.

Outras novidades

Além da liberação do cadastro na rede social, novas funções foram adicionadas ao item “Hangouts”, que permite videoconferências entre usuários. A partir de hoje, uma versão atualizada do aplicativo tornará possível conectar-se também a partir de seu aparelho Android 2.3 ou superior.
Além dessas e outras adições menores, como uma opção para buscas na página da rede social, uma versão para desenvolvedores do “Hangouts” também deve sair nos próximos dias. Com ela, em breve, aplicativos (como jogos multiplayer) e sites (como outras redes sociais) terão integração com o sistema de chat por vídeo.
Google vs. Facebook: vem aí a batalha final ?
Depois dos fracassos do Google Wave e Google Buzz, analistas de mercado dizem que o novo projeto de rede social, Google+, já disponivel, poderá a ser a derradeira tentativa para conquistar espaço ao Facebook. Será desta vez ?

Apesar de liderar no domínio das pesquisas online, todas as tentativas da gigante norte-americana da Internet para conquistar espaço nas redes sociais fracassaram. Dois exemplos: Google Wave e Google Buzz .
"Eles puderam dar-se ao luxo de cometer erros, mas não podem voltar a falhar", afirma Ray Valdês, analista de mercado da consultora Gartner à agência Reuters.
"As empresas bem sucedidas na web social conquistarão a audiência e, muito provavelmente, as receitas da publicidade, que são tão importantes para a Google", acrescentou a mesma fonte.

Trunfos na manga

Mas não será nada fácil conquistar internautas ao Facebook, defende Rory Maher, analista da Hudson Square Research.
Para este especialista, "a Google terá de enfrentar uma dura batalha para contrariar os efeitos de uma rede, com a dimensão que o Facebook já tem".
Segundo o blogue TechCrunch , que cita fonte não identificada, o Facebook atingiu no início deste mês 750 milhões de utilizadores ativos. A confirmar-se, a rede social do momento terá ganho ao longo dos últimos 12 meses cerca de 250 milhões de novos utilizadores já que, há sensivelmente um ano, anunciou ter alcançado 500 milhões de fãs.
"Quantos mais utilizadores o Facebook conquistar, mais difícil se tornará para a Google roubá-los ao concorrente", diz ainda Rory Maher, lembrando que a empresa de Larry Page e Sergey Brin têm dois trunfos na manga: o motor de pesquisa e o serviço de correio eletrónico, gmail.

Privacidade garantida

O Google+ inclui os serviços Circles , que permite criar grupos (família, colegas de trabalho, amigos) e decidir que tipo de conteúdo (fotografias, vídeos, links) será compartilhado com cada um deles, o Hangouts , que simula "encontros ocasionais" como os que acontecem na vida real, e o Sparks , em que o utilizador pode receber recomendações sobre temas e pessoas que possam-lhe interessar.
O Google+, que está atualmente a ser testado por um grupo restrito, pretende distinguir-se do Facebook pela atenção que a Google promete dar às questões da privacidade.
"Atualmente, os internautas quando postam numa rede nunca sabem quem vai ver o quê e se algo que digam num determinado contexto não irá envergonhá-los dali a seis meses", afirma o vice-presidente da Google para a gestão de produtos, Bradley Horowitz.
"Para nós, a privacidade não é enterrada a seis ecrãs de profundidade", rematou.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Baixe revistas de games antigas em seu computador !

Com essa dica de site , os old scholls games , poderão detonar ou mesmo matar a saudade de antigos reviews de clássicos dos games , confira !!!

Eu , estava fussando na net e descobri um site bem bacana , se chama Data Cassete , um site especializado em divulgar scans de revistas, como Super Interessante , Veja , entre outras …
Até meados dos anos 90 eu era fascinado na revista Ação Games e Game Power, mas com o tempo elas foram perdendo sua graça , a magia e o encanto dos 16 bits , tinha acabado em 1999 , ano em que perdi a motivação de pedir emprestado ou mesmo pedir ao meu pai pra me dar uma dessas , bom agora muito tempo depois encontrei este site que vai despertar a curiosidade da molecada que só curti internet e pega tudo pelo Youtube até os mais saudosistas como eu , divirtam-se !!!


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Abaixo algumas capas de revistas que baixei e curti…
Aproveite e baixe mais no site http://www.datacassete.com.br/

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

10 razões que tornaram o Facebook a rede social mais popular do Brasil

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/facebook/13347-10-razoes-que-tornaram-o-facebook-a-rede-social-mais-popular-do-brasil.htm?baiska

Entenda por que o Facebook assumiu a liderança na preferência dos usuários brasileiros e desbancou o Orkut.

Nessa terça-feira (13), o instituto de pesquisas Ibobe Nielsen divulgou uma série de dados sobre o uso de internet no Brasil. Entre os quesitos pesquisados, uma informação em especial chamou a atenção. Quando o assunto é rede social, o Orkut já não é mais o site preferido dos brasileiros.

Com 30,9 milhões de visitantes únicos, o Facebook é hoje a rede social com maior audiência no Brasil. O Orkut, líder nos últimos sete anos, vem pouco atrás, com 29 milhões de visitantes. A diferença não é significativa em termos estatísticos, mas essa é a primeira vez que outra rede social ultrapassa o Orkut no país.

As razões que levaram o Facebook a assumir a liderança são muitas e, independente de sua preferência, ao que tudo indica a rede social de Mark Zuckerberg tem potencial para crescer ainda mais. Entenda por que o Facebook pode se tornar um novo fenômeno no país.

Líder em menos tempo

(Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)

Embora tenham nascido no mesmo ano, o desenvolvimento do Facebook é muito mais recente do que o do Orkut. Enquanto a rede social da Google era aberta para todos os usuários, o Facebook se restringia às faculdades norte-americanas, demorando um pouco mais para se tornar conhecido por aqui.

A falta de investimentos no Orkut, aliada à maior divulgação que o Facebook vem obtendo em promoções e interação com websites fez com que muitos usuários fossem “obrigados” a manter contas nas duas redes, ampliando o público do novo líder.

Meu amigos também têm

De nada adianta entrar em uma rede social mais moderna e não encontrar os seus amigos por lá. Um dos maiores empecilhos enfrentados pelo Facebook para se tornar líder foi a ausência de um público cativo do Orkut, que não pretendia de forma alguma trocar um site pelo outro.

À medida que a base de usuários aumentou, ficou mais fácil encontrar um número maior de amigos. Hoje, se você pesquisar, deve encontrar pelo menos 70% dos seus colegas utilizando as duas redes sociais. Sendo assim, escolher em qual rede você irá interagir passa a ser uma mera questão de opção.

Jogos que falam a minha língua

Encontrar jogos em português nos consoles não é algo tão simples. Contudo, os usuários que vão em busca de games específicos, na maioria das vezes, não se importam tanto com isso. Já numa rede social, onde é maior a incidência de jogadores casuais, títulos com conteúdo em português fazem toda a diferença.

(Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)

Gerenciado pelo escritório brasileiro da Google, o Orkut tinha como diferencial o fato de oferecer praticamente todo o seu conteúdo em português, enquanto o Facebook adotava o inglês como idioma universal. A situação, aos poucos, está mudando e já é possível encontrar muitos jogos adaptados para a nossa língua. Com a liderança, é bem provável que o público brasileiro passe a receber ainda mais atenção por parte da companhia.

Resistência às mudanças

(Fonte da imagem: Orkut / Reprodução)

Desbancar a liderança de uma  rede social que está incorporada ao cotidiano dos usuários há sete anos não é uma tarefa simples. Por mais que o site ofereça atrativos, uma boa fatia do público está tão acostumada com o Orkut que não pretende e nem precisa mudar para outro círculo de amizades.

Trabalhar a resistência de parte do público a essas mudanças foi um dos pontos-chave adotados pelo Facebook. Promoções exclusivas, maior integração com o Twitter e até mesmo a abertura de um escritório no Brasil foram fundamentais para o crescimento.

Comunidades vs. Curtir

A liderança do Facebook no Brasil vai ao encontro também da maneira mais atual de como os usuários compartilham conteúdo na web. Anteriormente, as comunidades eram o espaço principal para o debate e para a disseminação de informações.

Com a chegada do Twitter, a informação se tornou mais instantânea e o volume de conteúdo aumentou. Logo, dizer apenas “curtir” para um texto passou a ser a solução mais prática e rápida. Obviamente, ainda há espaço para as duas coisas. Todavia, o conceito de comunidades deixou de ser prioridade, passando a ser alvo apenas de um público mais específico.

Inclusão digital: o novo desafio

Sete anos no mundo da internet valem por mais de uma década. Muitos usuários que aprenderam a mexer com um computador nos últimos anos tiveram o Orkut como a porta de entrada para o mundo digital. Assim, é natural o apreço e a resistência que têm a deixar a ferramenta.

O Facebook terá o desafio de, em longo prazo, substituir o Orkut nesse papel. Para isso, será preciso investir em mais conteúdo em língua portuguesa e em ações específicas para um público-alvo que busca praticidade acima de tudo.

Visual menos chamativo

Enquanto o Orkut investe em temas e adota cores mais vivas em seu layout, o Facebook prima pelo branco em contraste com o azul. Para muitos usuários, esse é um fator definitivo para que a rede social da Google se torne mais interessante do que qualquer outra novidade.

O Facebook não dá mostras de querer adotar esse perfil. Pelo contrário. Modificações recentes no slideshow de imagens tornaram o visual ainda mais limpo. Será que o estilo mais sóbrio do Facebook será capaz de conquistar os usuários acostumados com uma série de temas?

Biblioteca de conteúdo

Com maior tempo de permanência na liderança, o Orkut conta hoje com uma quantidade incalculável de conteúdo em língua portuguesa, algo que vai demorar muito para ser superado pelo Facebook.

Buscar por uma informação específica no Orkut é quase como pesquisar em uma internet paralela. Já no Facebook, a pesquisa por conteúdos não é o foco principal. A informação é muito mais dinâmica e imediata, o que pode fazer com que muitos usuários se decepcionem.

Escritório no Brasil

Com predominância absoluta do público local, a Google decidiu em 2008 que o Orkut seria controlado pelo escritório brasileiro, o que fez com que a empresa investisse em ações específicas para o usuário nacional. Já o Facebook abriu seu primeiro escritório por aqui apenas neste ano.

Boa parte do crescimento momentâneo da rede se deve a essa base local. Graças a ela foi possível captar novos clientes no mercado publicitário e promover ações específicas, ampliando o interesse dos usuários para testarem um novo site.

Ações populares

Enquanto o Facebook dá os seus primeiros passos em termos de promoções no país, com prêmios oferecidos por empresas vinculadas às ações de “curtir” e sorteios integrados por intermédio de alguns aplicativos, o Orkut já provou estratégias mais sólidas com relação a isso.

Shows com duplas sertanejas e entrevistas exclusivas com cantoras como Ivete Sangalo foram grandes chamarizes de audiência, gerando identificação com as classes mais populares. Resta saber se o Facebook está disposto a investir pesado também nesse nicho de mercado.

Orkut ou Facebook? Que tal os dois?

Decidir qual rede social utilizar não é uma tarefa simples. Há vários itens para serem levados em consideração e cabe ao usuário, baseado em suas necessidades, decidir qual delas melhor se adapta ao seu perfil. Entretanto, como estamos em um período de transição, vale a pena conferir como as duas funcionam.

Para aqueles que ainda não visitaram o Facebook, vale a pena criar uma conta de usuário e conferir o potencial da rede social. Procure seus amigos, teste alguns jogos e veja como é a sua adaptação ao sistema de comunicação que agora é o preferido dos brasileiros.

Se você aposentou o Orkut por ele não atender as suas necessidades, que tal revisitar a rede social com outros olhos? Embora não seja tão dinâmico, utilizar as comunidades como uma espécie de fórum e encontrar amigos que ainda não migraram para outras redes podem ser tarefas bastante interessantes.

Visão do blog

O Orkut vem perdendo seu espaço , depois do visual poluido , muitos largaram um pouco assim como eu , mas mesmo assim ainda continua uma excelente rede social , o twitter famoso também , é bom , mas vem em segundo plano , o facebook é a maior e mais usada plataforma da atualidade , mas não é por acaso .

domingo, 4 de setembro de 2011

Super Nintendo: 20 anos de glória!

Em 1991 foi lançado o console que marcou época e revolucionou o mercado.
Fonte:http://www.tecmundo.com.br/nintendo/13028-super-nintendo-20-anos-de-gloria-.htm#ixzz1X3D8nXlW

O Super Nintendo comemora 20 anos , e o Click & Descomplique divulga uma materia do site Tecmundo , para homenagear um dos objetos de diversão mais influentes de todos os tempos !

Para quem ainda não sabe, SNES significa Super Nintendo Entertainment System. O console foi lançado em 1991 e vendeu mais de prodigiosos 46 milhões de unidades ao redor do mundo inteiro. Agora, prepare-se para conhecer a história desse colosso dos video games.

Há muito tempo atrás...

Tudo começou com a companhia Nintendo vendendo “Hanafuda”, jogos japoneses simples de cartas. O sucesso foi tão estrondoso que a empresa teve que aumentar a produção e construir novas fábricas.  Até que em certo ponto da história, para a alegria do mundo dos games, foi lançado o primeiro console da marca: o NES (Nintendo Entertainment System, Famicom no Oriente).

A plataforma também ficou conhecida como “Nintendinho” aqui no Brasil e a empresa não pretendia produzir sucessores, até quando a grande concorrente da “Big N”, a SEGA, resolveu lançar sua plataforma de 16 bits: o Genesis/Mega Drive. Essa razão levou a Nintendo prontamente a produzir um rival à altura, e foi assim que surgiu o Super Nintendo Entertainment System.

A primeira grande guerra dos consoles estava lançada. Até os dias atuais, a comparação entre SNES e Mega é muitíssimo controversa.

O impacto mundial e o poder do SNES

Os mais jovens podem não ter possuído ou mesmo jogado a plataforma da “Big N”, mas certamente já ouviram muitas menções ao nome, tão popular no planeta inteiro.

O "nintendinho" (Fonte da imagem: ChronicGames)

No Japão, a máquina de diversão foi lançada um ano antes da versão americana, com o nome de Super Famicom. Nos tempos de glória do video game, não era incomum encontrar na casa de algumas pessoas periféricos usados no SNES, como o famoso “controle turbo”, com a logomarca japonesa inscrita.

Os britânicos também tiveram a sua própria versão do aparelho, que foi lançada em junho de 1992. O console europeu era muito mais parecido com o Super Famicom do que com o modelo americano, inclusive pelas cores dos botões do joystick.

Os "Nintendos" (Fonte da imagem: ChronicGames)

Alguns anos mais tarde, já com o sucesso consolidado, foi lançada uma versão menor do console, batizada de Slim. O video game diminuiu um pouco de tamanho, com a mesma coloração do americano, porém com os botões de liga/desliga e reset em posições diferentes.

O primeiro Highlander dos games

Para se ter uma ideia do poder e da influência desse console, mesmo depois que os periféricos com o dobro da capacidade de processamento gráfico, o Super Nintendo continuou sendo produzido e manteve-se bem posicionado no mercado mundial de vendas. A Nintendo of America não parou de fabricar o aparelho de 16 bits até o ano de 1999. No Japão, o prodígio foi maior ainda: o SNES só deixou de ser fabricado em setembro de 2003.

Uma curiosidade muito especial é que em determinada época, quando a SEGA lançou o SEGA CD, a Nintendo firmou uma forte parceria com a Sony. O intuito dessa união era o desenvolvimento de um anexo ao SNES que lesse CDs, rivalizando com o console “tecnológico” da empresa do porco-espinho azul. O projeto, que acabou por ser infrutífero para a “Big N”, era chamado de PlayStation. Qualquer semelhança não é mera coincidência...

Referência em joystick

Controle do SNES (Fonte da imagem: Destructoid/chrissglass)

O joystick consistia em um direcional analógico controlado pela mão esquerda e no lado direito os botões X, B, A e Y, dispostos em formato de cruz. Nas extremidades superiores, bem ao alcance dos dedos indicadores, os bumpers R (right, direita) e L (left, esquerda). Estão aí os controladores como todos nós conhecemos e mais gostamos até hoje.

A própria “Big N” inovou alguns anos mais tarde com o Wii e seus controles duplos e separados. Porém, o padrão até hoje é o mesmo. Desde PlayStation, passando por Xbox e DreamCast, todos os consoles têm um controlador baseado no design de SNES. Principalmente ao que se refere aos botões L e R e “gatilhos”.

Bigodes e encanamentos

Como falar de Super Nintendo sem mencionar o encanador bigodudo? A princípio, Super Mario All-Stars era o cartucho que vinha junto com os aparelhos recém-adquiridos. Mais tarde foi Super Mario World que ocupou o lugar oficial de primeiro jogo do console.

Super Mario World (Fonte da imagem: Reprodução/ Super Mario World)

Já a versão Slim da plataforma trazia consigo Super Mario World 2: Yoshis Island. E não é só por acompanharem os consoles que os irmãos italianos forjaram seus nomes na história. Mario acabou por se tornar a mascote da Nintendo, encabeçando tudo que fosse referente à marca.

Lista de jogos bons

Você já deve ter cansado de ouvir: “nossa, tal console tem uma lista de jogos bons”. Mas na hora de listar mesmo, acabam saindo sempre os mesmos seis ou sete games mais típicos. Isso acontece, geralmente, porque ninguém nunca se lembra dos nomes na hora, ou porque acabam discutindo sobre a relevância de cada sugestão.

O Super Nintendo conseguiu, de alguma maneira desconhecida, que uma quantidade absurda de jogos fosse considerada boa pela crítica e público. Até os games ruins do SNES deixam saudade. Em todo caso, para provar que é fácil fazer um apanhado de títulos excelentes, aí vai:

  • The Lion King
  • Rock N Roll Racing
  • Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars
  • Final Fight
  • NBA Jam
  • Breath of Fire
  • Harvest Moon
  • Super Star Soccer
  • Blackthorne
  • Flashback: The Quest for Identity
  • Pilotwings
  • Super Metroid
  • Contra III: The Alien Wars
  • Ogre Battle: March of the Black Queen
  • Super Castlevania IV
  • Kirby Super Star
  • Secret of Mana
  • Toy Story
  • Super Mario World
  • The Legend of the Mystical Ninja
  • E.V.O.: Search for Eden
  • F-Zero
  • Star Fox
  • Super Star Wars
  • Pocky & Rocky
  • Illusion of Gaia
  • Earthworm Jim
  • The Lost Vikings
  • Shadowrun
  • Final Fantasy IV
  • Final Fantasy VI
  • Out of This World
  • The Magical Quest Starring Mickey Mouse
  • Gradius III
  • Demon’s Crest
  • EarthBound
  • Stunt Race FX
  • Lemmings
  • Soul Blazer
  • Lufia & the Fortress of Doom
  • Kirby’s Dream Course
  • Vegas Stakes
  • Super Ghouls n Ghosts
  • Secret of Evermore
  • On the Ball
  • Super Punch Out!!
  • Mickey Mania: The Timeless Adventures of Mickey Mouse
  • SimCity
  • R-Type III: The Third Lightning
  • Cool Spot
  • Killer Instinct
  • Aladdin
  • Mega Man X
  • Indiana Jones’ Greatest Adventures
  • Axelay
  • Super Street Fighter II: The New Challengers
  • Zombies Ate My Neighbors

Super Nintendo - o melhor!

Super Nintendo (Fonte da imagem: Racketboy)

O aniversário de 20 anos de um dos melhores e mais queridos consoles de todo o mundo não podia mesmo passar esquecido. Como atingir tamanho sucesso? Confira os itens elencados em ordem de importância:

  • Uma lista incomparável de título, tanto em quantidade quanto em qualidade;
  • A maior lista de RPGs da história;
  • O sistema operacional reproduzia com muita exatidão o que era jogado nos fliperamas;
  • O hardware do console é extremamente resistente e durável;
  • Na sua época de glória, o SNES teve gráficos e capacidade de processamento de vanguarda, em relação à sua própria CPU;
  • O sistema de áudio é quase independente do resto das funcionalidades, permitindo trilhas sonoras memoráveis (até hoje);
  • Os games que precisavam de mais poder de processamento gráfico, simplesmente recebiam um chip interno. (como o chip Super FX em Star Fox).


Equipe Baixaki Jogos

Os games de SNES que marcaram o Baixaki Jogos
  • Carlos Eduardo Ferreira:  The Legend of Zelda: A Link to the Past

The Legend of Zelda: A Link to the Past (Fonte da imagem: Wikipedia)

Motivo: Reconheço que o eterno e atemporal Link conta com aventuras bem mais novas e tecnicamente evoluídas. Mas A Link to the Past foi realmente um jogo que me marcou bastante... além de trazer o primeiro motivo razoável para aprender inglês. Uma trama ótima e bem amarrada, batalhas em tempo real (nada de turnos!) e dúzias de objetivos paralelos e armas para se correr atrás. Um épico que certamente marcou uma geração.

  • Felipe Demartini: Donkey Kong Country

 

 

 

Donkey Kong Country (Fonte da imagem: Wikipedia)

Acho que esse foi o jogo com que eu mais me diverti desde o lançamento de Super Mario 3. Os gráficos também eram bem inovadores para época, e a grande quantidade de coisas pra fazer nas fases e de itens para pegar fazia com que eu quisesse jogar sem parar. Eu não tinha o cartucho, então dei muito dinheiro para a locadora perto da minha casa para terminar o DK.

  • Carlos Augusto: Chrono Trigger

 

Chrono Trigger (Fonte da imagem: Mundo Detonado)

Motivo: Bem, desde que o joguei pela primeira vez me apaixonei pelo jogo. Como fã de quadrinhos, mangás e animes, o traço e o tom da trama logo me chamaram a atenção — mesmo porque o mangaká Akira Toriyama, pai do Goku e sua turma, é quem assina a arte do jogo. Entretanto, é muito difícil escolher apenas um game. Como deixar de lado títulos como Shadowrun e Rock N Roll Racing? No final, fica apenas a lembrança de um console maravilhoso que mudou para sempre a história dos video games.

  • Durval Ramos: Mighty Morphin Power Rangers: The Movie

Então, falar que Mario, Zelda, Donkey Kong e Chrono Trigger são os melhores jogos do SNES é falar o óbvio. Porém, além desses, um jogo que me marcou muito foi o Mighty Morphin Power Rangers: The Movie. Primeiro porque o game saiu bem na época que o seriado estourou no Brasil e o deixou ainda mais popular, e depois porque ele ainda é uma das melhores adaptações de filmes lançadas até hoje (até porque não tem quase nada relacionado ao filme). Além disso, ele tinha uma trilha sonora muito boa e a jogabilidade era bem simples e funcional, o que deixava a molecada bem empolgada na época. Sem contar que a animação da hora de morfar, era muito legal e fiel à série, o que ajudou a marcar o jogo na memória.

  • Gabriel Soto Bello: Goof Troop

Goof Troop (Fonte da imagem: Snes-classics)

É praticamente impossível escolher apenas um jogo favorito do Super Nintendo, já que a plataforma abriga tantos clássicos. Mas, sem dúvidas, Goof Troop é um dos games  com os quais mais me diverti jogando. A obra de Shinji Mikami, que mais tarde criaria a série Resident Evil, trazia um dos multiplayers mais bacanas da época, com trabalho em equipe e muita bagunça, o que rendia muitas risadas!

  • Gustavo Bonato Abrão: Mario Kart

 

Mario Kart (Fonte da imagem: Velocidade.org)

Mario Kart marcou minha vida porque a galera sempre se reunia para tentar abrir ouro nos campeonatos em 150 cc na casa dos amigos. Eu fui um dos últimos a ter o SNES, por isso ficava imaginando como seria legal praticar quando eu ganhasse o meu console. Meu pai foi para o Paraguai e me trouxe uma versão em japonês toda zoada. Enquanto a galera jogava o certo, lá estava eu tentando entender o japonês zoado, com umas pistas a mais e todo bugado. O dia que consegui a versão original foi uma das maiores alegrias da vida!

  • Cássio Barbosa: Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time

Eu nunca tive um Super Nintendo; fiz parte da turma que escolheu o ouriço azul. Ainda assim, me diverti muito na casa de amigos que escolheram o console da “Big N”, sendo que o game que mais me fez ter inveja deles era Turtles in Time. Não só porque era estrelado pelos meus personagens favoritos, mas também porque era muito agradável tanto visualmente quanto em sua jogabilidade multiplayer.

  • Ricardo Fadel: True Lies

Trata-se de um jogo que não possui aspectos excepcionais, mas é capaz de divertir de uma forma bastante empolgante. True Lies, baseado no longa-metragem de 1994 com Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis, é muito desafiador e exige que o gamer fique atento à tela a todo o momento. Encarnar o famoso ator de Hollywood não é uma tarefa fácil, pois as peripécias do ex-governador da Califórnia são possíveis apenas em filmes, não é mesmo? De qualquer maneira, eis um título que consegue divertir com praticidade e doses espantosas de ação  até mesmo quem nunca teve um SNES, como eu.

  • Maurício Tadra: Mortal Kombat 3

Mortal Kombat 3 (Fonte da imagem: Tsunamibr)

Sinceramente sempre fui muito dividido entre o Mega Drive e o Super Nintendo. Comecei com o console da SEGA, até que em certo ponto troquei-o pelo Super Nintendo com meu primo. Então, posso dizer que isso mudou desde que comprei o cartucho de Mortal Kombat 3. Depois, foi só descobrir os códigos para desabilitar a defesa dos personagens e fatalities com um botão só, que tudo começou a fazer mais sentido. MK, para mim, é o segundo melhor jogo de luta já feito até hoje, e foi coroado com o Ultimate Mortal Kombat 3.

  • Edelson Werlish: Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind

 

 

Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind (Fonte da imagem: CoolRom)

Enquanto todo mundo que eu conhecia tinha um Super Nintendo  com Super Mario World, eu era o garoto diferente do bairro, pois o meu video game veio com Bubsy. Ainda assim, gosto do que aconteceu comigo, afinal Bubsy era um ótimo jogo de plataforma do qual poucas pessoas  se lembram hoje. Enquanto isso, Super Mario World continua um jogo muito acessível até hoje.

.....

E você? Qual foi o jogo de Super Nintendo que marcou sua vida? Não deixe comentar e não esqueça de explicar o porquê ele foi tão especial para você!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Como impedir que o número do celular seja compartilhado no Facebook


Você já conhece a Agenda Telefônica do Facebook? Nela são exibidos os números de celular dos contatos que compartilharam essa informação na rede social. Mas, se você não quer que o seu celular seja compartilhado com qualquer usuário, acompanhe o passo a passo desta dica e descubra como excluir o celular do Facebook.

Passo 1. Acesse a sua conta do Facebook.

Passo 2. Para alterar as configurações de privacidade, clique em "Conta", no canto superior direito, e em "Configurações de Privacidade".

Passo 3. Na nova tela, clique em "Personalizar configurações", conforme mostrado na imagem abaixo.

Configurações de privacidade do Facebook (Foto: Reprodução/TechTudo)
Configurações de privacidade do Facebook

Passo 4. Desça até o fim da página e localize as "Informações de contato". Clique na caixa ao lado direito do seu número de celular e selecione a opção "Personalizar".

Personalizar configurações de privacidade do celular (Foto: Reprodução/TechTudo)
Personalizar configurações de privacidade do celular

Passo 5. Abaixo de "Visível para", clique na caixa ao lado de "Estas pessoas" e clique na opção "Somente eu" para impedir que outras pessoas vejam o seu número.

Passo 6. Caso deseje, também é possível não exibir o número somente para alguns pessoas específicas. Para isso, abaixo de "Ocultar para " e ao lado de "Estas pessoas", digite o nome do usuário com o qual você não quer compartilhar o seu número.

Configurando exibição do celular (Foto: Reprodução/TechTudo)

Configurando exibição do celular

Essas configurações são muito importantes para aumentar a sua privacidade no Facebook e, consequentemente, para a sua segurança. Os mesmos procedimentos desta dica podem ser aplicados ao Endereço e às contas de e-mail.

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